
O novo robô de Kevin Warwick se comporta como uma criança. “As vezes ele faz o que devia fazer e as vezes ele não faz”, diz ele. Embora isso possa parecer estranho para um professor de robótica, sua criação possui uma coisa que até os mais sofisticados robôs de hoje não tem: um cérebro vivo. A “vida” de Gordon, seu robô, começou quando seu grupo da University of Reading espalhou neurônios de rato em uma fileira de eletrodos. Depois de 20 minutos, os neurônios começaram a se conectar uns aos outros e se comunicar. A idéia é alimentar esse cérebro com um líquido contendo nutrientes e minerais. Uma vez que o cérebro se desenvolva o suficiente, o robô deverá aprender a desviar de obstáculos, mas por enquanto ele vive batendo em coisas. Depois de alguns meses, os neurônios crescerão de forma inapropriada e perderão grande parte de sua capacidade. Aí o cérebro do robô terá que ser desativado. É a vida. Reportagem completa na SEED Magazine.
Faça ou não faça. Não existe tentar.
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1 comentário para "Gordon, o Robô Com Cérebro Biológico" :
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