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"Lembra? Oh, eu não faria isso! Lembrar é perigoso... eu vejo o passado como um lugar cheio de ansiedade. O "pretérito imperfeito", como você chamaria. Ah, ah, ah, ah!" Curinga, "A Piada Mortal" |

Uma das maiores diferenças entre visitar a Lua e ficar nela é a questão dos suprimentos. O desafio de conseguir constantemente água e oxigênio na Lua levou a NASA a oferecer uma recompensa de um milhão de dólares ao primeiro laboratório que conseguir extrair 5 Kg de oxigênio de uma pilha simulada de rochas lunares. A Universidade de Cambridge já pode ir pensando onde gastar esse milhão. Eles adaptaram um processo químico de extração de metais e construíram um reator que extrai os átomos de oxigênio dos óxidos de metais, presentes nas rochas lunares. Basicamente é um eletrodo gigante dentro de um recipiente com salmora e as rochas. O reator cria uma corrente elétrica que quimicamente desprende os átomos de oxigênio dos metais, liberando-os para a atmosfera. De acordo com os cientistas, um reator de dez metros trabalhando com três toneladas de rochas poderia produzir uma tonelada cúbica de oxigênio durante um ano. Além disso, o reator não consome muito mais eletricidade do que um aquecedor de água, portanto não vai drenar toda a corrente elétrica de uma potencial base lunar. Via PopSci.
One the major differences between visiting the moon and staying on the moon involves resupply. In fact, the prospect of constantly hauling water and oxygen to the moon is so daunting that NASA offered a million dollars to the first lab that could extract 11 pounds of oxygen from a simulated pile of moon rocks.
Well, it seems like scientists at the University of Cambridge may want to start thinking about how they’re going to spend their million.
Adapting a chemical process they originally created to extract metal, the Cambridge team has designed a reactor that strips the oxygen from the metal oxides found in moon rocks. Essentially a giant electrode sitting in a vat of melted salt, the reactor creates an electric current that chemically breaks the oxygen off of the metal, and frees it into the atmosphere.
According to the scientists, three ten foot tall reactors working on three tons of moon rocks could produce a cubic ton of oxygen over the course of a year. Additionally, the reactor doesn’t require much more electricity than a hot water heater, so it won’t eat up the limited energy of the potential moon base.
Of course, the astronauts could forgo the reactors and just steal the air from from Druidia, but then they’d have to deal with Lonestar.

O primeiro norte-americano a ter implantado um marcapasso sem fio está agora andando feliz da vida, enquanto seu dispositivo se comunica com seu médico. Um monitor remoto na casa do paciente faz o download diário das informações do marcapasso, acessando automaticamente a performance tanto do paciente quanto do aparelho, depois envia para um servidor central. Se alguma coisa perigosa for detectada durante as checagens automáticas, o sistema notifica o médico automaticamente. Notícia completa no PopSci.
Tagline: TWITTER: Fulano de Tal morreu de infarto.

Um blogueiro russo pagou para visitar uma moderna usina nuclear russa. Normalmente é proibido tirar fotos lá, mas eles fizeram uma pequena exceção. Então, agora temos a chance de ver como é por dentro de uma moderna usina nuclear russa. Essa usina fica próxima à cidade de Smolensk. Seu potencial é de 3 MW e foi construída em oito anos, de 1982 a 1990. Foi planejado que ela tivesse quatro reatores nucleares mas devido ao pânico causado pelo acidente de Chernobyl, o quarto bloco não foi completado, de forma que só há três reatores em funcionamento. Na Rússia existem atualmente 10 usinas ativas. Essa aqui produz 1/7 de toda a produção elétrica vinda de usinas nucleares russas, portanto essa é uma das grandes. Vale uma visita.

O primeiro vôo bem-sucedido do mundo de uma microaeronave auto-alimentada, com duas asas que batem, aconteceu para os engenheiros da AeroVironment. O NAV (Nano Air Vehicle) opera usando asas que batem e com elas, ela é capaz de parar no ar, ir para a frente, para trás, para cima e para baixo. Via Discovery News. Quando será que vamos encontrá-la nas prateleiras das lojas de varejo?

É isso ai, o corpo humano realmente produz luz visível. Infelizmente (ou não) não vemos porque é cerca de mil vezes mais fraca do que a luz que os nossos olhos poderiam perceber. “O corpo humano literalmente brilha, emitindo luz visível em quantidades extremamente pequenas, em níveis que aumentam e diminuem com o passar do dia”, dizem cientistas. Na verdade, praticamente todas as criaturas vivas emitem uma luz muito fraca, devido a reações bioquímicas envolvendo radicais livres. No caso do homem, aparentemente às dez horas da manhã ocorre o nível de emissão mais fraco, enquanto que às quatro da tarde é quando ocorre o “pico” de emissão. Via Geekologie.

Há 40 anos o homem (supostamente) pisou na Lua e é difícil de acreditar que foi guiado por um computador de bordo que possui a mesma capacidade de um relógio de pulso de hoje em dia. O Apollo Guidance Computer, ou simplesmente AGC, mostrado acima, possuia 32 KB de memória construída quase que artesanalmente (naquela época, a memória principal de qualquer computador era feita assim, com argolas de ferrite em meio a matrizes de fios cruzados) onde estava gravado o software de controle e mais 4 KB adicionais de memória usados para a função de memória RAM. Foi desenvolvido pelo Laboratório de Instrumentos do MIT e foi o primeiro computador a utilizar circuitos integrados. Seu sistema operacional EXEC podia executar até oito tarefas simultaneamente. Apesar de ter soado uma porção de alarmes incomuns, o AGC garantiu que Aldrin e Armstrong fizessem a alunissagem sem mais problemas, faltando 30 segundos de combustível. Para mais informações, veja os interessantes desenhos e diagramas técnicos do Projeto Apollo. Que tal montar um desse? Ai vai a receita de bolo:
Via Galaxiki.

A NASA está fazendo testes com partes de sua nova geração de foguetes e naves espaciais. As imagens acima são do sistema de ejeção da cápsula Orion. É o primeiro sistema de lançamento de foguetes com mecanismo de ejeção, para o caso de algo dar errado. Veja o interessante vídeo explicativo do sistema e o impressionante vídeo do teste dos foguetes.

A NASA divulgou fotos dos locais de pouso das missões Apollo. Dá para ver os “restos” de equipamentos deixados na superfície. Inevitavelmente, essas fotos contestam aquela “teoria da conspiração” de que o homem nunca esteve na Lua, mas mesmo assim, muitos “paranóicos” ainda afirmam que tudo não passou de uma grande farsa. De qualquer forma, vamos aguardar, pois a verdade é filha do tempo e não da autoridade. Particularmente, acho que o homem esteve na Lua sim, mas não sei se foi em 1969. Algo muito estranho aconteceu nessa época: Os soviéticos foram os primeiros a lançar um aparelho eletrônico no espaço – o satélite artificial sputnik. Depois disso, os soviéticos foram os primeiros a lançar um ser vivo ao espaço – a cadela Laika. Logo em seguida, uma nova vitória soviética: eles foram os primeiros a enviar um homem ao espaço – Iuri Gagarin. E de repente os americanos pisam na Lua?!?!?!

Entenda passo a passo quando e como a Estação Espacial Internacional foi sendo construída. Esse painel interativo mostra a animação dos módulos sendo acoplados e dá diversas informações sobre cada módulo.

Berkeley, Califórnia – O que era o maior colisor de partículas do mundo logo não será mais do que uma coleção de velhas fotos e de poeira. O “Bevatron”, como era chamado, foi construído pela Comissão de Energia Atômica por US$ 9 milhões no início dos anos 50 e agora está sendo lentamente demolido. Ele contém 9.500 toneladas de ferro, 225 milhas de fios, 2.400 válvulas e em poucos anos, tudo estará acabado. Veja a galeria na reportagem da Wired.
Existem 10 tipos de pessoas no mundo. As que entendem binário e as que não entendem.
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