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"Lembra? Oh, eu não faria isso! Lembrar é perigoso... eu vejo o passado como um lugar cheio de ansiedade. O "pretérito imperfeito", como você chamaria. Ah, ah, ah, ah!" Curinga, "A Piada Mortal" |

Essas coisinhas fofinhas que parecem bolas de algodão são morcegos brancos (Ectophylla alba) encontrados na América Central e Caribe. Eles são muito pequenos, medindo menos de 5 cm de comprimento. Vivem embaixo de folhas de bananeiras. Via HypeScience.

Essa é de dar medo. Exploradores no Deserto de Gobi, Mongólia, olham bem onde pisam, pois a qualquer momento podem dar seu último passo. Eles estão à procura de movimento sob a areia, causado por uma criatura tão rara e esguia que não há evidência fotográfica de sua existência. Uma criatura que cospe veneno ácido e ainda pode eletrocutar sua vítima – o Verme Mortal da Mongólia.
Segundo relatos, tem entre 60 centímetros e 1,5 metros, esse verme de cor vermelha cospe uma saliva amarela e ácida em suas vítimas, e se estiverem perto o suficiente para serem tocadas, recebem uma descarga elétrica poderosa o suficiente para matar um camelo.
Com o nome científico de Allghoi khorkhoi, o Verme Mortal da Mongólia foi citado pela primeira vez pelo paleontólogo norte-americano Professor Roy Chapman Andrews (aparentemente a inspiração para o personagem Indiana Jones) em seu livro On The Trail of Ancient Man, em 1926, mas embora tenha citado o verme, não parecia estar totalmente convencido da idéia. Ele escreve: “Nenhum dos presentes sequer viu a criatura, mas todos afirmam acreditar em sua existência e a descrevem detalhadamente”.
Em 2005, um grupo de cientistas e criptozoologistas ingleses passaram alguns meses no hostil Deserto de Gobi procurando a criatura e embora tenham falado com um grande número de mongóis na área (todos afirmando saber sobre o verme), nenhum deles realmente a viu. Mesmo assim, em quatro semanas o grupo coletou relatos suficientes para acreditar que o verme realmente existe.

A pesquisadora britânica de cromossomos sexuais humanos Jennifer Graves afirma que o cromossomo Y está desaparecendo e pode sumir em cinco milhões de anos. “Você precisa de um cromossomo Y para ser um homem”, disse a professora. “Há trezentos milhões de anos o cromossomo Y tinha cerca de 1.400 genes e agora só tem 45″. Graves não sabe o que vai acontecer depois que o cromossomo Y se extinguir, mas segundo ela, uma das hipóteses é que os seres humanos se reproduzam como uma espécie de roedor, que apesar de não ter o Y, consegue se procriar. Outra hipótese é que outros genes possam ter tomado o lugar dos genes ausentes, mas ainda não se sabe quais são. A figura acima mostra os cromossomos X e Y. Via HypeScience.

Taiwan terminou recentemente a construção de seu incrível estádio que gera 100% de sua eletricidade a partir de células fotovoltaicas. Projetado por Toyo Ito, essa arena possui 50.000 assentos e 8.844 painéis solares que servem para gerar potência suficiente para iluminar a pista e o campo. O estádio vai abrir oficialmente no final do ano para receber os Jogos de 2009. Via Inhabitat.

Parece um spa ou algum tipo de clube, mas o Harvest Green Tower é um dos projetos vencedores do 2030 Challenge, concurso que visa encontrar soluções para diminuir o aquecimento global e ajudar em outras questões ambientais. A idéia dessa solução é poder criar galinhas, porcos e peixes, bem como cultivar frutas, verduras e outros vegetais em um aglomerado urbano. O sistema também conta com coleta de água da chuva e turbinas de vento. Via DVICE.



Na série Star Trek do cinema, fala-se sobre o Projeto Gênesis, onde um tipo de sonda é atirada a um planeta “estéril”. A sonda possui material químico para povoar o planeta com as mais diversas formas de vida (isso é mostrado no filme Star Trek – À Procura de Spock).
Agora, um grupo de designers (Hwang Jin wook, Jeon You ho, Han Kuk il e Kim Ji myung) desenhou essas bombas chamadas Seed Bombs (bombas de sementes), que são guiadas à áreas de desflorestamento para espalhar sementes. Cada uma dessas bombas pode conter várias ogivas com sementes, adubos e outros materiais orgânicos. Cada cápsula é feita de plástico biodegradável, que derrete ao ser molhado. Muito bacana! Via DVICE.

Os tubarões elefantes (Cetorhinus maximus), ou tubarões peregrinos, como também são conhecidos, são animais que podem chegar a dez metros de comprimento e pesar quatro toneladas. Eles passam a primavera, o verão e parte do outono nas regiões temperadas dos oceanos do mundo. Mas quando chega o inverno, eles fazem um “show de mágica” que deixa os cientistas literalmente “a verem navios”. Eles simplesmente somem até a próxima primavera. Mas depois de meio século de busca, os cientistas descobriram para onde vai a segunda maior espécie de tubarão do mundo: para o Caribe.
“Esse foi um grande mistério por cinqüenta anos”, diz Greg Skomal, biólogo marinho de Massachusetts. “Por um momento as pessoas pensaram que eles hibernavam no fundo do mar, mesmo sabendo que tubarões não hibernam.”
Skomal prendeu um sinalizador em um desses animais e o rastreou através de satélite até seu misterioso esconderijo de inverno. Essa descoberta é importante para a preservação desses tubarões, cujas barbatanas são altamente desejadas na cozinha chinesa. Via Wired.
Esse é um trabalho colaborativo (nenhuma fonte oficial!) para mostrar o avanço da gripe suína pelo mundo. Via NerdAbout.

A RSMAS (Escola Rosenstiel de Ciências Marinhas e Atmosféricas) divulgou o resultado do seu concurso de fotografia subaquática, edição 2009. A foto acima é de Marchione Giacomo (Itália) e pegou o primeiro lugar na colocação geral. Ela mostra caranguejos boxeadores (Lybia tesselata), que vivem em recifes e carregam pequenas anêmonas em suas pinças. Ao se sentirem ameaçados, eles golpeiam a cara de seus predadores com as anêmonas. Via New Scientist.

Um clone de beagle chamado Ruppy é o primeiro cão transgênico. Ela e outros quatro beagles possuem uma proteína fluorescente que produz um brilho vermelho sob a luz ultravioleta. Um time liderado por Byeong-Chun-Lee, da Universidade Nacional de Seul, Coréia do Sul, criou os cães clonando células e utilizando um gene de anêmonas do mar, que expressa essa característica fluorescente. Matéria completa na New Scientist.
Existem dois grandes produtos que vêm de Berkeley: LSD e [Unix] BSD. Não acreditamos que seja coincidência.
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