
Essa interessante imagem interativa no site da Universidade de Utah mostra o tamanho de algumas coisas que vão desde um grão de café (cerca de 12 x 8 mm) até um átomo de carbono (140 pm [pm=picômetro]), passando por células, vírus e outras coisas estranhas que podem habitar o nosso corpo. Via MAKE.

A Xerox anunciou recentemente o desenvolvimento de uma nova tinta condutora que tornará possível a fácil fabricação de circuitos impressos flexíveis. O processo usa uma tinta contendo prata, que pode ser impressa em superfícies como o plástico, por exemplo, a partir de impressoras jato de tinta convencionais. Via MAKE.

Essa é uma edição super limitada (apenas 100 unidades) da câmera DSLR Pentax K-x, inspirada no robô (japonês, é claro) Korejanai. Não conheço o robô, mas adorei a câmera. Tem resolução de 12 megapixels e grava vídeo widescreen HD de 720p. Será vendida pelo equivalente a R$ 1500,00. Via Digital Drops.

Esqueça os processadores dual-core e quad-core. A fabricante de semicondutores Tilera promete colocar 100 núcleos em um processador de uso geral. Anant Agarwal, CTO da Tilera diz:
“Você não pode ficar simplesmente aumentando a velocidade do clock, então o único jeito de expandir a capacidade do processador é aumentar o número de núcleos, que é o que todo mundo está tentando fazer agora. É a direção do futuro.”
A previsão é de que esteja diponível no início de 2010. Via Wired.

Star Wars: Uncut é uma nova versão de “Star Wars: Uma Nova Esperança” feita por fãs de modo colaborativo. O trabalho é dividido em partes de 15 segundos e cada fã é responsável pela sua própria parte. Não deixe de ver o trailer. Em breve nas locadoras?

É isso ai, uma placa de memória de 32KB já custou US$ 649,00. Por esse preço, dá para se comprar um bom computador (provavelmente sem o monitor) hoje em dia. Via TechEBlog.

Sci-Fi estilo documentário, violência gratuita e segregação racial ao extremo.

A imagem acima (clique para ampliar) é de um enorme mapa interativo de quase 200 missões tripuladas e não tripuladas de exploração espacial no nosso sistema solar nos últimos 50 anos. Foi criada pelos designers Sean McNaughton e Samuel Velasco para a National Geographic. NatGeo via Neatorama.

Desde 1967, a ilustradora científica Hesse-Honegger visitou 25 locais radiativos, incluindo o local do desastre da usina de Chernobyl em 1986. Ela documenta as mutações que ocorrem nos insetos em decorrência da radiação desses lugares, criando essas belas ilustrações em aquarela. Em entrevista, ela diz:
O professor que me entregou as moscas mutantes estava convencido que a radiação de Chernobyl não teve nenhum impacto na natureza. Isso é o que levantou a questão do “baixo nível de radiação”. Ninguém estava interessado em pesquisar; é por isso que eu pensei que tinha que fazer essas pinturas para mostrar aos cientistas que seria importante iniciar uma pesquisa nessas áreas.

Você não está ficando louco! É um fenômeno (nem tanto) natural, mas pode ser provocado se as condições estiverem a favor. Um dos tipos de materiais que demonstram esse comportamento são chamados de supercondutores, que apresentam o fenômeno da supercondutividade, que é explicado, de maneira simples, pela ausência completa de resistividade elétrica no material em tempertaturas abaixo do que se chama de temperatura crítica. Como a corrente elétrica induz um campo magnético (e vice-versa), a enorme corrente gerada dentro do supercondutor gera um super campo magnético que expulsa qualquer outro campo que esteja passando pela vizinhança do material. Esse vídeo (ou esse) demonstra de maneira simples como a coisa funciona e as possiveis aplicações de tal efeito.
Se o ‘real’ é caracterizado pelo que você pode ver e pelo que pode sentir, então ‘real’ são impulsos eletromagnéticos que correm pelo seu cérebro.
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